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"Nibbana is not trying to get anywhere.

The attention rests in the pure space of knowing.

As we attend again and again to this pure space of knowing, our being starts to take root in the deathless. The purity of Buddha nature, free from afflictive formations, starts to become the baseline of our experience.

As we rest in the empty knowing, we see all the changing phenomena come and go.

As we tune in to empty awareness, we are linking to Buddha nature, which is of the same unconditioned nature as nibbana.

The most liberating view is not conceptual. Abiding in empty knowing is key, and it requires neither thoughts nor concepts nor philosophical views."


Emptiness: a practical guide for meditators
"A mente está em todos os lugares, em todos os momentos, sem nenhuma exceção.

A mente é nossa natureza fundamental, nossa natureza búdica."

Budismo: significados profundos - p. 120
"Tudo tem uma essência ou natureza básica. A essência ou natureza básica de todas as coisas é a natureza búdica.

Quando um ser senciente desperta para esta natureza, torna-se um Buda.

A natureza búdica, que permeia tudo o que existe no universo, nunca muda. A natureza búdica é aquilo que atravessa todos os tempos sem nunca se alterar.

É apenas a ilusão que leva à percepção das diferenças; com a eliminação da ilusão, nada restará que não a natureza búdica."

Budismo: significados profundos - p. 105-111
"Nirvana significa a cessação do sofrimento. Uma vez que o sofrimento é causado pela ilusão, nirvana significa também a cessação da ilusão. Dado que o sofrimento é causado pela crença na dualidade, nirvana significa também cessação da dualidade, ou da crença nela. Nirvana é a cessação da crença em um "eu" e em qualquer coisa permanente  e absoluta em qualquer lugar.

O nirvana é a natureza búdica que todos os seres sencientes possuem e sempre possuíram.

O nirvana é a libertação de todos os grilhões da ilusão. É o eu puro que buscamos, é a mente búdica, a verdade central de todos os ensinamentos do Buda.

O nirvana não é a morte, tampouco a supressão da consciência. O nirvana é a verdade, o mais elevado nível de consciência, a meta suprema da prática budista.

O nirvana é um estado de perfeita liberdade."

Budismo: significados profundos - p. 91-96, 135-136

"Por natureza-própria não se entende algo substancial. Não se trata do último resíduo que fica depois de se eliminar tudo o que é relativo ou condicional da noção de ser individual. Não é o eu (self), nem a alma nem o espírito, como se costuma considerar. Não é algo que pertença a qualquer categoria do entendimento. Não pertence a este mundo de coisas relativas. Nem se trata da realidade suprema atribuída a Deus, Atman ou Brahma. Não se pode descreve-la ou defini-la de modo algum, mas sem ela não existiria o mundo que vemos e usamos no cotidiano.


A natureza-própria é a natureza de Buda: aquilo que constitui o estado de Buda. É o vazio absoluto.


Quando a natureza-própria em-si é reconhecida, essa compreensão leva imediatamente a pessoa ao grau de Buda."


A doutrina zen da não-mente - p.103, 107